Seu consultório de psicologia aparece nas respostas das IAs?
A decisão de procurar terapia costuma levar meses, e o primeiro passo quase nunca é uma ligação. Numa noite qualquer, a pessoa pergunta às IAs: "como saber se preciso de terapia", depois "terapia online funciona ou é melhor presencial" e, quando se sente pronta, "psicólogo em BH que atende pelo convênio". O profissional citado nessa última resposta recebe a mensagem de alguém que já venceu a parte mais difícil do caminho: decidir.
O que quem procura terapia pergunta às IAs?
As perguntas práticas dominam: "psicólogo que atende convênio em BH", "quanto custa uma sessão de terapia", "como funciona o reembolso do plano de saúde na psicologia". Depois vêm as de formato: "terapia online ou presencial, qual escolher", "psicólogo perto dos Funcionários com horário de sábado". E as de porta de entrada, feitas antes de qualquer nome: "que tipo de terapia serve pra ansiedade", "qual a diferença entre psicólogo e psiquiatra".
Quem responde essas dúvidas em texto público e assinado vira a referência que a máquina cita quando a pergunta seguinte pede um profissional na cidade.
Como testar com o seu consultório?
Refaça o caminho do paciente: primeiro a dúvida de porta de entrada, depois a pergunta prática com a sua cidade e a sua forma de atendimento, convênio, particular, online, presencial no Santo Antônio ou no Centro. Rode no ChatGPT, no Gemini e no Perplexity e feche perguntando pelo seu nome ou pelo nome do consultório. Guarde os prints com data.
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O que a ética da profissão permite publicar?
O código da psicologia permite informar e veta o resto: promessa de resultado terapêutico, depoimento de paciente e sensacionalismo estão fora do campo, e continuariam fora mesmo se as regras deixassem, porque quebram a confiança que sustenta o consultório. O que sobra é justamente o conteúdo que as IAs mais citam: explicar como funciona a primeira sessão, o que é cada abordagem em língua leiga, como usar o reembolso do plano, quando procurar ajuda. Informação assinada, sem prometer nada a ninguém. Na dúvida sobre um formato específico, quem responde é o conselho da profissão, não uma agência.
Onde os sites de psicologia falham?
No vocabulário e no silêncio. O site fala de "escuta qualificada" e "processo de subjetivação" pra quem digitou "não estou dando conta sozinho". As informações práticas que decidem o contato, valor ou faixa da sessão, convênios aceitos, online ou presencial, duração, ficam de fora por um pudor que o paciente paga caro: sem elas, a pessoa desiste ou procura quem publicou. E o consultório sem página própria, que existe só num agregador de profissionais, empresta o próprio nome pra plataforma ser citada no lugar dele.
O diagnóstico gratuito da CRIVA roda 45 verificações em 6 eixos sobre o seu site, em menos de um minuto, e mostra o que as IAs respondem hoje quando alguém procura terapia na sua cidade.
Perguntas frequentes
Posso publicar o valor da sessão?
Informar valor ou faixa é permitido e resolve a pergunta mais comum de quem procura terapia. O que as normas da profissão vedam é outra coisa: promessa de resultado, depoimento de paciente, sensacionalismo. Em dúvida sobre um formato específico, consulte o conselho da categoria, que dá a palavra final.
Escrever sobre saúde mental na internet fere o código de ética?
Conteúdo informativo assinado é prática antiga e permitida da profissão. A fronteira está em prometer cura, expor caso de paciente ou diagnosticar à distância. Texto que explica o que é ansiedade e quando procurar ajuda informa; texto que promete resolver em oito sessões infringe. A régua é a mesma das IAs: informação séria é o que elas citam.
Só atendo online. O bairro ainda importa?
A cidade importa, porque a pergunta continua local: psicólogo em BH, terapia com convênio em Belo Horizonte. Quem atende só online amplia o alcance dizendo isso com clareza no site, mas some das respostas locais quando esconde a cidade de origem. Endereço profissional público e forma de atendimento explicada resolvem os dois lados.